Ola galera estava navegando na internet
e achei um post muito legal falando sobre publicaçoes de quadrinhos
Eu achei muito interessante e útil este post sobre publicaçao vale apena dar uma lida
na materia.
Flw galera Ate mais ;)
Última atualização em 28/02/2011 - para o site grupo We desenhos

Guia básico de sugestões para quem deseja imprimir com qualidade sua revista ou livro e alguns truques aprendidos no mercado ao som de impressoras planas e rotativas.
Primeiro, o básico do básico: não há segredos ou fórmulas mágicas para quem deseja ingressar no mercado de quadrinhos como editor independente. Normalmente há duas categorias, os que conseguiram apoio de leis de incentivo e o outro que vai tentar injetar o próprio dinheiro nessa aventura chamada publicar. Esse artigo se destina aos dois casos, mas certamente terá maior serventia para os do segundo caso.
Tentarei falar sobre o processo de impressão de forma didática uma vez que, se você nunca trabalhou no mercado gráfico, alguns termos podem soar estranhos ou até engraçados, mas são essenciais para que você consiga fazer o que se propõe: publicar seu trabalho da melhor forma, e de preferência pelo menor preço possível.
Essa é uma matéria introdutória, destinada para quem deseja ingressar no mundo da impressão mas não sabe por onde começar. Outros artigos analisarão a questão gráfica, o fechamento de arquivos, formas alternativas de impressão e as leis de incentivo. Por ora, vamos começar literalmente do começo.
1) Faça sempre o planejamento do que quer publicar ( e depois faça sempre três orçamentos!)
Ter um cronograma do que você vai fazer é extremamente importante, e na maioria dos casos indispensável. Se você não tem familiaridade com programação de tempo existem softwares que podem lhe ajudar a se organizar, como o BrOffice ou o Visual Mind. Um das coisas que você deve fazer é colocar prazos em tudo o que você deseja fazer. Aqui vamos supor que você está trabalhando sozinho e fez uma história em quadrinhos de 28 páginas e quer publicá-la. Você tem pouca verba, mas sua vontade de ver a revista publicada é grande. Então vamos lá, é hora de colocar a mão na massa.
Entenda os formatos de impressão: No Brasil a maior parte das gráficas trabalha com um ou dois formatos de papel, sendo os dois mais comuns: o formato 96x66cm (predominante) e o formato 112x76cm (um pouco mais raro). Há outros formatos claro, mas esses dois acabam predominando sobre os outros. Trabalhando com os formato mais comuns você conseguirá fazer orçamentos mais facilmente (e possivelmente mais acessíveis).
Tente encaixar a sua publicação em um formato que tenha pouca ou nenhuma perda de papel. Quando há perda de papel, você gasta mais, então esse é o primeiro passo para começar o seu orçamento, decidindo o formato. Lembre-se que o papel é provavelmente o ítem mais caro num orçamento, e quanto menos você desperdiçar mais vai economizar. Vejas as tabelas abaixo, elas poderão lhe ajudar na hora de tomar essa decisão.

Tabela no formato de aproveitamento 96 x 66
Tabela de aproveitamento de papel no formato 112 x 76
Para fins de exemplo, vamos supor que você vai usar o formato mais comum (a primeira tabela) e que você escolheu o formato 8 (equivalente as publicações no formato 15 x 21). Qual o passo seguinte? Escolher o tipo de papel de miolo, quantidade de cores, papel da capa e quantidade de cores.
Quanto mais técnica for sua cotação (pesquisa de preços) mais rápido você obterá resposta aos seus pedidos de orçamento, e dificilmente será enganado. O que eu chamo aqui de linguagem técnica são termos utilizados no meio gráfico e que facilitam o entendimento de quem está fazendo a cotação do seu serviço.
Um exemplo: Se eu peço um orçamento de uma publicação com 28 páginas de miolo, formato 16 fechado (8 aberto), 1x1 cor, em papel offset 75 gr, capa em couchet 170 4 x 0 cor, grampo a cavalo e plastificação, a pessoa encarregada de calcular o preço do serviço vai entender perfeitamente e entrará no sistema da gráfica que normalmente trabalha com essas informações e essas nomenclaturas. (Obs.: em alguns lugares do país algumas definições sofre alterações regionais, mas muito sutis).
Mas o que eu disse acima? Bem, primeiro eu defini que o miolo terá 28 páginas, então isso significa que ele terá 8 folhas no formato 16 aberto ( 15 x 21), ou 4 no formato 32 fechado. Quando eu digo 1 x 1 cor, eu quero dizer que desejo que a impressão seja monocromática, normalmente preto, ou seja apenas uma cor tanto na frente quanto no verso da publicação.
Quando eu digo o tipo de papel e a gramatura, (75gr) eu especifico mais ainda. O 75gr é o papel sulfite, mais comum no mercado.
Já a capa eu peço num papel com qualidade melhor, um couchet, que é um tipo de papel que não possui fribra, por isso ele é muito liso. Neste caso poderia ainda haver a variante de brilhante ou fosco, mas nesse caso vai ao gosto do freguês. Eu prefiro o fosco.
4 x 0 cor significa que a capa será colorida, com 4 cores ( o famoso CMYK), e o verso sem nenhuma impressão.
Grampo a cavalo significa que publicação terá dois grampos como acabamento.
Aqui eu peço um extra, que é um acabamento de plastificação na capa. Ele serve normalmente para evitar por exemplo aquela impressão de digitais de dedos quando uma capa é escura, normalmente preta.
Com essas informações busque pelo menos três orçamentos no mercado e os compare. Quando você chegar nesse ponto você vai ter que responder a uma outra questão importante no seu orçamento: a tiragem. Como a impressão simulada aqui é a offset, normalmente a tiragem mínima para um bom custo/benefício é de 500 ou 1000 exemplares. Uma tiragem menor pode subir tanto o preço unitário de sua publicação que talvez seja melhor imprimir de outra forma. Trataremos desse tipo de publicação em uma outra matéria.
Outro ponto, fique atento: Como o formato é o formato 16 isso significa que uma folha A0 equivale a 16 páginas, então o múltiplo é 32. Mesmo que sua história tenha 28 páginas, páginas a mais sempre são bem vindas, para créditos , folha de rosto, agradecimentos e colofão (ver glossário). Se você bater pé em 28 páginas estará desperdiçando papel.
2) Compare se o melhor preço realmente vale a pena em comparação com outros. (qualidade x preço)
Bem, agora você recebeu os orçamentos e tem em mãos a primeira grande decisão. Quem será seu parceiro comercial para imprimir sua revista?
Toda gráfica pede um cadastro para realizar o seu trabalho, então procure se informar sobre quais as condições de pagamento que ela oferece. Normalmente aceitam cartão de crédito, ou emitem boleto para 28 dias. Peça o orçamento SEM TAXA DE AGÊNCIA (leia abaixo o que isso significa).
Visite as gráficas se isso for possível e tente obter referências delas. Se entregam no prazo, se o trabalho fica bem impresso.
Lembre-se que nem sempre o menor orçamento é o melhor para você. Se uma gráfica lhe enviar um orçamento muito abaixo do padrão das demais, desconfie. Há uma margem de variação apesar de ocorrer eventualmente uma mudança mais brusca, não acredite nisso. BUSQUE referências. Se não conseguir boas referências da gráfica com menor custo, envie para as outras o valor da gráfica de menor orçamento e pergunte se podem melhorar o preço. Normalmente, se a diferença não for muito grande, elas preferem igualar o preço para ganhar o serviço, ou mesmo cobrir o valor, quando é um serviço grande.
Não se intimide. Você é um cliente, então exija sempre um tratamento profissional. Não há serviço grande ou pequeno no ramo de impressão. Apenas serviços que vão para uma empresa ou para outra. Boas empresas são conhecidas por não realizar esse tipo de comparação. Haja também de acordo com o profissionalismo que você deseja.
Não peça para a gráfica dar um "jeitinho" de imprimir mais rápido, ou um desconto, ou mesmo um patrocínio. Patrocínio você deve olhar ANTES de pedir os orçamentos.
3) Após escolher onde vai realizar a impressão descubra quais as condições de pagamento disponíveis para o seu serviço. Se tiver dinheiro para investir questione sobre desconto para pagamento á vista ou com uma entrada e mais uma parcela.
Agora você já sabe onde vai imprimir. Este é o momento de checar suas finanças. Vamos supor que você tenha R$ 1500,00 e o valor da impressão será de R$ 1300,00, com a condição de pagamento a prazo de 28 dias. Pergunte a quem lhe fez o orçamento se eles lhe dão um desconto se você pagar uma parcela a vista e outra em 15 dias, ou mesmo se você pagar tudo á vista. Normalmente o valor diminui bastante: neste exemplo, se você dividir, você pode ganhar um desconto de cerca de R$ 150,00 por exemplo, isso significa que ao invés de pagar R$ 1300,00 você irá pagar R$ 1150,00. Pode parecer pouco, mas é uma economia de mais de 10%, e poderá inclusive quitar o restante com o dinheiro da própria venda da publicação. Mas cuidado: não conte somente com as vendas, planeje o que estiver ao seu alcance real.
4) Saiba com quais prazos trabalha a gráfica. Isso é importante no seu cronograma.
Tudo acertado, veja qual é o prazo para impressão do seu material. Isso é importante, principalmente para você planejar o lançamento da revista, e quando irá ter que dispor de dinheiro. Dê entrada na gráfica apenas quando tudo estiver ok para você. Veja o item 6. Outra dica importante é estabelecer margens de segurança. Sempre acrescente dois ou três dias ao prazo que a gráfica lhe informar que irá concluir seu serviço. Se eles atrasarem na impressão (existem mil motivos para que isso possa ocorrer) você não sairá prejudicado.
5) Monte uma boneca da sua publicação e procure adequá-la o máximo possível as normas técnicas. Revise o seu trabalho.
Boneca é um termo técnico utilizado na indústria gráfica e que significa um modelo o mais próximo possível do que você deseja que seja sua publicação. Ela ajuda você a ver como ficará sua revista. Lembre-se que será necessário um diagramador (profissional do design) para fechar o arquivo, ou seja gerar um PDF nos critérios técnicos que a gráfica fornecer para você. Se for você mesmo a pessoa, lembre-se de sempre entrar em contato com a pessoa que irá montar a sua publicação, antes dela ir para o prelo (ir para a impressão).
Existem normas técnicas e manuais disponíveis na principais bibliotecas do país. Um que eu recomendo é o Manual de Normalização de Publicações Técnico Científicas da profª Júnia Lessa. Um manual servirá como base para que sua revista esteja de acordo com uma série de normas e regras reconhecidas e aceitas, e ajudará as bibliotecas classificar e indexar sua publicação.
Nesse ponto revise muito o seu trabalho. Se for possível peça a um profissional de texto para fazê-lo, ou a um colega de profissão para dar uma lida.
6) Antes de fechar um arquivo e enviar para a gráfica, planeje e confirme o lançamento de sua publicação.
Quando a revista está na gráfica tudo está correndo. Então é bom que nesse período você tenha planejado como irá fazer o lançamento da publicação, onde irá ocorrer, o que terá de atrações e o que você terá de gastar na divulgação. Lembre-se não adianta absolutamente nada publicar uma revista e ninguém ficar sabendo disso.
7) Se for possível acompanhe a impressão da publicação.
Atualmente as gráficas mais modernas trabalham com um sistema chamado DTP que barateia muito o custo de impressão substituindo os tradicionais fotolitos por uma gravação digital em chapa. Você como cliente pode acompanhar a impressão de sua revista, porque se houver alguma falha, muitas vezes você poderá corrigi-lá junto com o impressor. Lembre-se de que quem conhece o seu trabalho é apenas você, então seus olhos são importantes nesse momento.
8) Faça um planejamento efetivo da publicação.
Planeje o preço da revista tendo em vista todos os seus custos e não apenas os custos de impressão. Coloque nos seus organogramas o valor de telefonemas, de impressão para a boneca, de serviços de terceiros (diagramador, revisor, registro na Biblioteca Nacional e etc...)
Some tudo. Lembre-se que normalmente uma publicação vende muito bem apenas no primeiro mês quando ela é a novidade, então planeje um preço justo, nem muito barato nem muito caro. Compare o preço da sua revista com outras similares no mercado.
9) Faça divulgação.
Este é o ponto onde as pessoas mais falham. Divulgação. O ideal é que você tenha uma pessoa para realizar sua assessoria de imprensa, mas como raramente isso é possível, vão algumas dicas preciosas.
- Faça material impresso para as mídias impressas, radiofônicas e televisivas. É o que chamamos de Press Kit. Se conseguir enviar a publicação final junto melhor ainda;
- Trate todos de forma igual. Evite concentrar muitos esforços em um único veículo. Isso pode fechar portas para você e servir como contra propaganda.
- Faça parcerias. Sorteie exemplares, prepare lançamentos e autográfos em vários lugares após o lançamento oficial. A presença do autor é algo importante nesse aspecto.
- Use a internet. Essa ferramenta é tão complexa, que vamos tratar dela em um outro artigo, mas por hora, use tudo o que tiver acesso: blogs, twitter, ferramentas sociais, e-mail e etc...
- Não esqueça de convidar todo mundo que você conhecer. Dá trabalho, mas vale a pena.
10) No lançamento, reserve os exemplares que serão de cortesia e os exemplares de venda. Não misture suas contas pessoais.
Tente terceirizar o gerenciamento do seu caixa no dia do lançamento. Isso significa deixar uma pessoa, um amigo, vendendo enquanto você recebe as pessoas. Dependendo do tipo de lançamento o próprio local pode lhe fornecer essa pessoa. O importante é tentar dar o máximo de atenção aos seus convidados.
Outra dica importante, mantenha exemplares que serão dados como cortesia em separado. Não pense que isso não é importante, e que "quem quiser que compre".
Há pessoas que poderão ajudá-lo a vender se você se dispor a dar uma publicação. O boca a boca é ainda a melhor divulgação.
Outra coisa importante é não misturar o seu dinheiro pessoal no dia, com o dinheiro do caixa de venda. Isso serve para muitas coisas, mas o controle de quantos exemplares vendeu por exemplo é fundamental.
Como sempre, se for possível, tente remunerar todas as pessoas envolvidas no projeto, e faça questão de que cada uma delas receba pelo menos um exemplar da obra. Isso valoriza o seu trabalho e o deles, e fortalece os laços de amizade e também os profissionais.
Se não vender horrores no primeiro dia, não se preocupe. É um trabalho em construção.
Como essa matéria já ficou bem extensa vou deixar dicas e outras sugestões para um próximo artigo em breve. Mas. antes algumas coisas realmente importantes:
a) Não se preocupe com as críticas. Muitas pessoas vão ir até você para elogiar o seu trabalho, mas você não tem que ser perfeito. Isso vale tanto para amigos quanto para os profissionais que vão avaliar sua publicação. Certifique-se de que fez o melhor possível e aceite as críticas tentando melhorar numa futura publicação. Lembre-se que você é o editor, e nesse caso responsável máximo pela edição. Você não pode (e nem deve) colocar a culpa na gráfica (afinal você que escolheu), na revisão (afinal a última revisão tem que ser sua) ou em qualquer outra questão relativa a revista. Brigar com jornalistas/críticos é besteira, porque muitas vezes eles tem uma visão do seu trabalho que nem todos compartilham, e ela é extremamente importante. Aceite as critícas. Até as que você julgar incoerentes podem ser úteis de alguma forma.
b) Repetindo: Tente remunerar todas as pessoas envolvidas. Isso pode diminuir seu capital, mas certamente vai gerar boa vontade em uma ocasiões futuras.
c) Curta o processo. Apesar de ser estressante, o final vale a pena sempre. E se não sair como você planejou, lembre-se que não é um casamento e você sempre pode fazer uma outra publicação.
Na próxima semana: Segredos para fazer sua publicação ficar ainda mais barata (desde que você tenha tempo e paciência) e o uso da internet como ferramenta de divulgação.
Não deixe de comentar esse artigo e dar sua opinião. Se quiser saber alguma questão mais específica envie-nos, que teremos prazer em compartilhar possíveis soluções. A intenção máxima dessa coluna é que cada um possa contribuir um pouco com sua experiência, e assim evitar alguns dos enganos mais básicos, mas que muitas vezes se repetem por falta de referências.
Palavras chaves (simplificado)
Boneca: modelo de publicação, uma espécie de rascunho bem acabado da revista como ela deverá ficar após impressa.
Prova de Prelo: Impressão feita na gráfica contratada com a resolução de impressão exatas de como a revista vai ficar após impressa. Essa prova normalmente deve ser assinada, e indica que você conferiu o conteúdo e está de acordo.
Taxa de agência: Quando você contrata terceiros para fazer um trabalho é comum eles cobrarem uma "taxa de agência(de publicidade)". É como se fosse uma comissão de venda. Se você está imprimindo para você mesmo, isso é completamente desnecessário.
Fotolito e DTP: São formas de gravação da sua arte. O fotolito vem sendo aos poucos substituido pelo DTP (Direct to Plate ou Direto na Placa) que é uma forma mais econômica e prática de gravar as chapas que serão levadas para a impressão;
CMYK: As quatro cores básicas para imprimir coloridos, aqui na sigla Ciano (Azul), Magenta (vermelho) Yellow (amarelo) Black (preto);
Diagramador: Profissional responsável por diagramar a revista e fechar o arquivo de impressão conforme instruções da gráfica escolhida;
Assessor de Imprensa: Profissional encarregado de elaborar o release e atender a imprensa.
Formato de Corte:É o formato pelo qual o papel pode ser cortado. Lembre-se que no formato de corte há sempre uma margem para os acabamentos marcas de impressão e etc. No formato 16 por exemplo acabado a revista fica com 15 x 21, e o formato de corte do papel é de 16 x 24.
ISBN: Sigla para International Standard Book Number - que é um sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país, a editora, individualizando-os inclusive por edição. No Brasil sua atribuição é feita pela Biblioteca Nacional. (www.bn.br)
Tiragem: quantidade de exemplares impressos de uma edição.
Colofón ou Colofão: Anotação final, posta na última página dos livros, que fornece informações sobre o impressor, o lugar e a data em que foi feita a sua impressão, e por vezes sobre certas características técnicas do papel, tipologia etc.
Essa última palavra-chave (colofón) é importante ressaltar que apesar de ser uma norma técnica é importante para você por várias razões. Uma: ela indica as informações técnicas da publicação. Quantas vezes você não viu uma revista/livro e queria saber sobre o material que foi utilizado? Segundo, quando você cita o impressor (a gráfica) você está sendo cortês com seu parceiro profissional, mas também está mostrando que aquele trabalho será usado para saber se o trabalho deles é bom ou não. Se a impressão ficar ruim isso é repercute negativamente para a imagem da gráfica.
Amauri de Paula é editor do Emcomum Estúdio Livre e publica quadrinhos desde 1998. É membro do Coletivo de Pesquisa em Quadrinhos da UFMG, e já cometeu todos os erros possíveis e listáveis. Hoje tenta cometer somente erros novos, mas nem sempre consegue... você pode acompanhá-lo também via twitter: @amauridepaula
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